Quanto mais pensava naquilo, quanto mais apetecia investigar um modo de trazer algo que fosse da culinária chinesa para casa com o que dispusesse de recursos alimentícios. Para suprir os anseios provindos da já gorda curiosidade por um dumpling e sua massa básica à base do que se optou por trigo e a mistura pronta para tapioca, aqui transcrevo a receita para a feitura aberta deste prato que se tem o hábito de dobrar feito pastel. Partindo de uma breve adaptação ovolactovegetariana, não restou alternativas no momento senão a seguinte composição de recheio (com base em uma outra, assim como a pasta):


          * carne de soja texturizada; 
          * metade de um repolho cozido; 
          * meia colher de vinho branco e meia colher de vinagre;
          * uma colher de chá de sal;
          * tempero em pó pronto;
          * pimenta do reino moída em pitadas;
          * uma colher e meia de óleo de oliva;
          * meia colher de alcaparra picada com a água que a acompanha no pote original (pode-se substituir por azeitona, mas a sugestão do princípio é a que cai melhor);

Massa para uma unidade:

      * metade de um copo de trigo; 
          * metade da metade de um copo de massa de tapioca;
          * um pouco de água;
          * pouco sal.

Os ingredientes do recheio são simplesmente misturados. Procede-se do mesmo modo com a pasta, partindo primeiramente da mistura do trigo com a fécula de mandioca e o sal, acrescentando a água aos poucos. Liga-se o fogo quando já houver a massa pegajosa que se forma, adicionando a ela o recheio à base de repolho já mencionado. Depois, vira-se o que foi formado na frigideira ou panela para dar consistência a ambos os lados do dumpling, que poderá ser servido com molhos como o de soja ou molho de alho.  Uma confissão: o recheio em si sem a papa ficou tão apetitoso que deu para fazer sanduíche dele ou apenas servir junto do arroz. Nhamy!